Dedicação

Dedico os textos abaixo, ambos copiados do livro Tratado de Yôga, de autoria do DeRose, a todos aqueles que sem conhecimentos, mas baseado exclusivamente em fofocas e disse-me-disse se arvoram a espargir calúnias infundadas a respeito do DeRose. Que através da leitura desses textos possam abrir seus olhos e mente para a verdade.
Faça Yôga antes que Você Precise. Faça Yôga se você gostar, se tiver vocação, se ele já estiver fervilhando em suas veias. Não porque precise.
Não é justificável buscar o Yôga nem mesmo por motivação
espiritualista, pois não deixa de ser uma forma de egotismo dissimulado,j á que visa uma vantagem espiritual.
Se o praticante busca exclusivamente as consequências secundarias,
que são a terapia, a estética, o relaxamento, limitar-se-á as migalhas
que caem da mesa e o instrutor não conseguirá ensinar-lhe realmente Yôga,tal como um professor de Ballet não conseguiria ensinar dança a um aluno que almejasse apenas perder peso.

Efeitos Versus Yôga

Existem dois tipos de praticante: um que vem buscando benefícios e outro que vem buscando Yôga. Cada qual vai encontrar o que veio buscar. Claro que ensinar a quem quer Yôga, e não vantagens pessoais, é mais gratificante. isso não significa que vamos discriminar o outro. Esperamos simplesmente reeducá-lo para conscientizá-lo que uma coisa
nobre é o Yôga e outra bem inferior são os seus efeitos.O praticante que quer o Yôga e não meramente os seus benefícios, lê,investe, dedica-se. Já o que busca efeitos, esse não está se importando com a
seriedade ou autenticidade do método, encorajando dessa forma malsã, a
disseminação de ensinantes sem formação nem habilitação, mas que saibam prometer benefícios.
O sádhaka que busca benefícios não valoriza os estudos mais profundos nem as sofisticações técnicas que o seu instrutor se esforça por oferecer. Ele quer benefícios e tanto faz se o método é autêntico ou
não, jereré que consiga usufruir os efeitos. Mesmo que eles sejam o
produto placebo de uma mistura exótica de budismo, massagem, hipnose,
macrobiótica , esoterismo, florais, cristais e curandeirismo, que nada
tenha a ver com o Yôga.
Agora, imagine uma outra situação, consequência da atitude acima descrita. Suponha que você seja um professor de Ballet Clássico e, cada
vez que vá ensinar uma técnica mais elaborada para se tornar um bailarino de verdade e não um mero iludido, ele reclame:
_Ah! Professor não exija tanto de mim. Não estou aqui para aprender
dançar. Vim só para emagrecer.
E um outro:
_ Eu também não quero dançar. Só quero melhorar da dor na coluna.
E outro mais:
_Já não estou em idade de dançar. Só quero melhorar da dor na coluna.
E o golpe de misericórdia:
_Dançar?Não, não. Vim porque o psiquiatra mandou que eu fizesse ballet para ver se curo minha depressão.
No final, você é professor de dança, mas ninguém quer aprender a dançar, pois estão todos voltados só aos benefícios para a saúde! Que frustração! Isso é o que ocorre sistematicamente com os instrutores de Yôga. Por essa razão temos evitado falar dos superlativos benefícios que a prática do SwáSthya Yôga pode proporcionar.
Ademais, colhemos a vantagem da compostura ética de não ficar fazendo propaganda apelativa. Não prometemos coisa alguma. Quem vem praticar conosco é porque entendeu a nossa proposta e já sabe o que quer.

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