Arquivo para setembro, 2008

Nice

Posted in Cidades pelo mundo on setembro 25, 2008 by regginnawzarling

Nice (em italiano Nizza) é uma cidade francesa, situada no departamento francês dos Alpes Marítimos e na região Provença-Alpes-Costa Azul. Nice conta com 347.900 habitantes (2005) e na sua area metropolitana de 968.903 habitantes (2007). Depois do Congresso de Viena (1815), voltou a fazer parte do reino da Sardenha, um dos que formaram a Itália moderna. Foi definitivamente anexada à França em 1860, por meio do tratado de Villafranca.

Alguma placas indicam, além da forma francesa Nice, a forma provençal Nissa. A origem do nome vem do grego Nikaia : vitoriosa; a versão latina é Nicæa.

Situada no fundo da baía dos Anjos, perfeitamente abrigada por um anfiteatro de colinas, Nice está situada na costa do Mar Mediterrâneo, em uma baía fechada sobre o agrupamento montanhoso Mercantour, limitado ao Oeste pelo vale do Var et ao Leste pelo Mont-Boron.

A vila é cruzada por dois pequenos rios ondeados, frequentemente secos no verão: o Paillon a leste (34 km), que nasce no alto do Coaraze e recebe as torrentes de Laghet e Saint-André, e o Magnan à Oeste, muito menor, vindo das montanhas de Aspremont, que cruza o bairro de la Madeleine antes de se jogar no mar, no bairro que traz seu nome.

Diversas colinas dominam a cidade, a mais conhecida é a de Cimiez com seus vestígios antigos. Outra colina legendária é a do castelo, que separa a cidade velha do porto. As diversas colinas perturbam a extensão da cidade: estas se fazem seja para o Norte, seguindo o curso do Paillon, seja no aplainado do Oeste até Saint-Laurent-du-Var.

Nice é a segunda cidade turística francesa após Paris, fato que, combinado com as dificuldades de comunicação terrestre de longa distância (por causa dos Alpes), permitiu à cidade possuir o segundo aeroporto da França em termos de frequentação (próximo dos 10 000 000 passageiros em 2005).

Nice também é famosa por sua parte velha (Vieux-Nice), pelo cours Saleya que abriga mercados e restaurantes, pelo hotel Victoria, onde morou Matisse e o Negresco, pelos museus Chagall e Matisse, pelo Mamac (Museu de Arte Contemporânea), e é claro pelo Passeio dos Ingleses (La Promenade des Anglais, "prom" para os locais) que se estende do teatro de Verdure até ao aeroporto por vários quilômetros.

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Mantra

Posted in Método DeRose on setembro 17, 2008 by regginnawzarling
Não é novidade para as pessoas que me conhecem, que mantra é uma das minhas maiores paixões. Vocalizar mantra é um prazer infinito… Mas o que é mantra?
 
De acordo com o livro Tratado de Yôga do DeRose, mantra é a vocalização de sons e de ultra-sons.
Mantra pode ser qualquer som, sílabam palavram frase ou texto, que detenha um poder específico. Porém, é fundamental que pertença a uma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a erosão dos regionalismos, modismos e outras alterações constantes por causa da evolução da língua viva.
 
Em se tratando de Yôga, somente o idioma sânscrito é aceito. Dele foram extraídos os mantras do acervo do SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo. E não se deve misturá-los com mantras de outras línguas ou de outras tradições, para evitar o tristemente célebre choque de egrégoras ( sobre choque de egrégoras falarei numa outra postagem)
 
Para que praticar mantra?
 
Exitem motivos para praticar mantra, mas para mim  o mais importante, é porque gosto….Mas já que fazem questão, vamos aos motivos encontrados novamente no livro Tratado de Yôga do DeRose, do qual estou  extraindo dados para este blog ( em verdade, estou copiando os paragrafos que acho mais interessantes, pois o capítulo é grande, assim penso que vale à pena ler este capítulo também no próprio livro)
 
Então vamos ao motivos: existem mantras para facilitar a concentração e a meditação, mantras para serenar e outros para energizar, para adormecer e para despertar, para aumento do fôlego ( interessante este último para os atletas)  e para educar a dicção, para desenvolver chakras e despertar a Kundaliní, para melhorar a saúde, e até para matar em casos extremos de autopreservação do Yôgi, quando atacado.
Na prática básica do ády ashtánga sádhana, o mantra é utilizado para aplicar a vibração de ultra-sons no desesclerosamento de nádis, que são os meridianos  por onde o prána circula em nosso corpo físico energético.
 
Tipos de mantra
 
Kirtan
 
Kirtan é o mantra que possui várias notas músicais, várias palavras e possui tradução. Kirtan é um mantra extroversor, de atuação mais psicológico que fisiológico, e é menos poderosos que o japa.
 
japa- significa repetição
 
O japa ideal tem uma só nota musical, uma só palavra, uma só sílaba e , de preferência, não tem tradução alguma. Contudo, pode-se executar um kirtan como japa.( mais informações leia o ítem no livro Tratado de Yôga, do DeRose)
 
Bíja- signífica semente
 
É um tipo de japa comfunção específica para desenvolvimento dos chakras. Cada chakra tem seu som-semente, seu bíja-mantra.
 
vaikhari mantra
 
Vaikhari significa vocalizado, verbalizado ou pronunciado.
 
Manásika mantra
 
Manásika significa mental
 
Saguna mantra
 
Saguna significa com atributo. Designa os mantras que tem tradução e aludem a algo que possa ser visualizado.
 
Nírguna mantra
 
Nírguna significa sem atributo.
 
Likhita mantra
 
 
Likhita significa escrito. É o mantra grafado. Geralmente tal designação só se enquadra quando o yôgin executa repetidas vezes os mesmo matra por escrito, tal como se o estivesse entoando verbalmente.
 
Kriyá e bháva do mantra
 
Kriýá significa atividade e designa a parte mecânica da emissão do som. Bháva significa sentimento, contuda, amor, inclinação da mente e designa o comportamento emociosal que confere força ao som.
 
Japa com bíja mantra
 
Uma forma interessante de praticar japa é com os bíja mantra dos chakras.
 
Rudráksha
 
Rudráksha significa lágrimas de Shiva. É o nome de uma semente considerada sagrada pelos hindus, utilizada para confeccionar japamálás.
 
Málá
 
japamálá significa cordão (málá) de japa (repetição). O japamálá é um cordão com 108 contasde rudráksha ou de uma outra semente indiana que tem propriedades semelhantes.
 
Encerro aqui essa pequena explanação sobre mantra e recomendo que leiam este capítulo no livro Tratado de Yôga do De Rose
 
Por fim, eu gostaria de postar um vídeo de mantra, contudo o site do youtube está em manutenção. Assim, terei de postá-lo um outro dia…
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Cannes

Posted in Cidades pelo mundo on setembro 16, 2008 by regginnawzarling
Cannes é a mais oriental das estâncias que enfeitam a fatia da Cote d’Azur conhecida por Riviera Francesa. Cannes é a capital da cultura moderna desta faixa de costa, com o Festival de Cinema de Cannes como ponto alto do preenchido calendário da alta sociedade em Maio. Sendo uma estância rica e glamorosa, vive da reputação que tem de ser um destino de férias duma certa camada do mais selecto e colunável jet-set da sociedade europeia.
Para os amantes do cinema,além do famoso Festival de Cannes, em julho acontece o Cézar, festival de cinema francês.. e também em Cannes, não me lembro a data acontece o festival latino americano de Cinéma, apresentando o Brasil como um continente e não como um simples país..
 
Nesta bela cidade, se encontra o melhor estabelecimento de ensino da língua francesa do mundo. O Collège International de Cannes… mas isso é assunto para uma outra  postagem…
Dizem que quem foi para França e não visitou Paris não conheceu a França, sim isso é verdade, mas quem não vistiu Cannes, também não conheceu a mais linda cidade  da França

Paul Cézanne

Posted in Uncategorized on setembro 15, 2008 by regginnawzarling
 

Nasce o seu filho Paul em 1872. Instala-se com a família em Auvers-sur-Oise, onde pinta quadros com Pissarro. Logo, em 1873 pinta na casa do doutor Gachet. Trava conhecimento com o negociante de tintas Julien Tanguy que troca material de pintura pelos seus quadros. Encontra Van Gogh na casa Tanguy.

Tem sua primeira exposição coletiva, em 1874, dos impressionistas em casa do fotógrafo Nadar. Os quadros de Cézanne fazem escândalo (A Casa do Enforcado em Auvers, Uma Olímpio Moderna). No Verão fica em Aix e a partir de Setembro, fica outra vez em Paris.

Recusado no Salão, novamente em 1875. Renoir arranja-lhe um encontro com Victor Chocquet, inspetor das alfândegas e amador de arte, que se tornará um dos seus mais fiéis colecionadores. Participa, em 1877, na terceira exposição impressionista com 16 quadros e suscita ainda uma vez mais violentas críticas.

Passa o ano de 1878 em Aix e em l’Estaque enquanto Hortense e Paul vivem em Marselha. O pai toma conhecimento da existência deles e reduz a pensão mensal. Zola ajuda-o financeiramente. E é novamenterecusado no Salão.

Em 1879 é recusado no Salão. No Outono, visita Zola em Médan. Desconcertado com o luxo do amigo, Cézanne afasta-se de Zola.

Em 1885 é outra vez recusado no Salão. Decide não enviar mais obras para lá. Passa uma grande parte deste ano e do ano seguinte em Aix e nos arredores da cidade.

Ruptura com Zola após a publicação do romance L’Oeuvre que descreve a vida de um artista falhado. Casa pó sua vez com Hortense Fiquet. O pai de Cézanne morre em Outubro e ele herda uma fortuna considerável.

Vive principalmente em Aix, em 1887. Pinta com Renoir no Jas de Bouffan. Apresenta três quadros na exposição Les XX em Bruxelas, isso em 1890. No Verão, passa cinco eses com a sua família. No Outono, está outra vez em Aix. Sofre de diabetes. Primeira exposição individual em Dezembro de 1895, na casa do negociante de arte parisiense Ambroise Vollard. Pinta em 1896 na pedreira de Bibémus. Conhece o escritor Joachim Gasquet. A mãe de Cézanne morre em Outubro. A Nationalgalerie de Berlim compra um quadro de Cézanne. É a sua primeira tela num museu.

Trabalha em Aix, 1898, perto do Chateau Noir. Depois, outra vez fica um longo tempo em Paris. Em 1899, fica em Paris até o Outono e, depois, regressa a Aix onde ficará durante cinco anos quase sem interrupção. Venda do Jas de Bouffan. Aluga uma pequena casa em Aix e contrata uma governanta. A mulher e o filho vivem, sobretudo em Paris.Uma nova exposição individual na Casa Vollard. As suas telas atingem somas consideráveis.

Três dos seus quadros na exposição centenal de Paris, em 1900. O negociante de arte Cassirer organiza em Berlim uma exposição individual. Não é vendida qualquer tela.

Participa no Salão dos Independentes, 1901, em Paris e em exposições em Bruxelas e na Haia. Compra um terreno no Chemin des Lauves, acima de Aix.

Em 1902 muda para o seu novo estúdio, Chemin des Lauves. Morte de Zola em Setembro. A venda da coleção Zola no decurso da qual as obras de Cézanne, 1903, atingem um preço médio de 1.500 francos. Expõe na Secessão Vienense.Neste mesmo ano, Pissarro morre.

Visita de Emile Bemard, em 1904, que o vê pintar. Vai a Paris para participar no Salão de Outono. Expõe trinta telas. Em Berlim, segunda exposição individual na Casa Cassirer. As suas relações com os outros se tornam cada vez mais difíceis. A diabetes enfraquece-o cada vez mais.

Expõe seus quadros no Salão de Outono, em 1905, e nos Independentes. O negociante de arte Durand-Ruel envia dez dos seus quadros à exposição impressionista de Londres.

Participa no Salão de Outonoem 1906 mais uma vez. No mesmo ano, Cézanne é surpreendido por uma tempestade no dia 15 de Outubro e morre a 7 dia depois, de uma pneumonia. Cézanne é enterrado no cemitério Saint-Pierre d’Aix.

Acontece em 1907, a Grande Retrospectiva no Salão de Outono com 56 quadros de Paul Cézanne. Em 1954 O estúdio do Chemin des Lauves é aberto ao público.

Pújá

Posted in Método DeRose on setembro 12, 2008 by regginnawzarling
 

Pújá

De acordo com o livro Tratado de Yôga de autoria do Mestre DeRose, pújá é a retribuição de energia.

Pújá pode ter vários significados: oferenda, honra ou retribuição de energia ou de força interior, são as formas pela quais nos referimos ao pújá na estirpe Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

O pújá possui primeiramente duas divisões: báhya pújá ( externo, expresso com oferendas materiais) e manasika pújá ( interno, manifestado por meio de mentalização e atitude interior). Entretando dentro dessas divisões existem várias subdivisões. ( para saber mais à respeito, leia o livro Tratado de Yôga de autoria do Mestre DeRose)

Na prática regular de Yôga aplica-se mais o manasika pújá, reservando o báhya pújá para circunstâncias cerimoniais, sociais e festivas.

Na prática ortodoxa de SwáSthya Yôga convencionaram-se quatro segmentos de púja:

Bhavana pújá_ ao local que acolhe os praticantes e que fica impregnado de forças positivas;

Guru pújá_ ao instrutor que ministra a prática em curso, representante de Shivai;

Satguru pújá_ ao Mestre vivo mais antigo da nossa linhagem, que transmite a ele a força de Shiva

Shiva pújá- ao criador do Yôga

Para quê pújá?

A função do pújá é estabelecer uma corrente de sintonia entre o discípulo e o Mestre e, logo em seguida, realizar energeticamente o fenômeno dos vasos comunicantes: aquele que tem mais deixa fluir para aquele que tem menos. Quem tem mais força e conhecimento é o Mestre. Contudo pela Lei Natural de Ação e Reação, se o discípulo tomar uma atitude vampiresca e parasitária de querer receber, gera um campo de força, de reação, que bloqueia tudo. Por outro lado, se o discípulo educado trata somente de enviar oferenda de boas vibrações e mentalizações ao seu Mestre, gera um campo de força favorável à identificação entre ambos, conseqüentemente, ocorre um jorro de retorno àquele que fez a emissão original.

No livro Tratado de Yôga do DeRose, você poderá ler mais à respeito desse anga, tão importante e nobre. Você irá saber para quem se faz pújá, o que ocorre com a falta de pújá. A importância do Bháva no pújá ( mais tarde iremos falar sobre Bháva). O que é o Chakra Pújá, quem pode fazer essa cerimônia,

Boa leitura e SwáSthya!

Claude Monet, o Mestre do Impressionismo

Posted in Pintores on setembro 11, 2008 by regginnawzarling
 

Claude Oscar Monet nasceu em Paris, na França, em 1840. Quando tinha cinco anos a família se mudou para Le Havre, uma cidade portuária na desembocadura do rio Sena.

Tanto os pais como os professores o consideravam um menino indisciplinado. Gostava muito de desenhar e na escola fazia caricaturas dos professores. Aos quinze anos já ganhava algum dinheiro com isso: cobrava 10 francos por cada desenho

Um dia conheceu o pintor Boudin e os dois se tornaram grandes amigos. Boudin viu seus desenhos e o encorajou a pintar. Com Boudin, Monet aprendeu também a
pintar ao ar livre

Entusiasmado com a idéia de ser pintor Monet foi para Paris com o propósito de estudar pintura, matriculando-se na Académie Suisse. Em Paris conheceu Pissaro e Coubert, que também estavam começando a pintar. O serviço militar o obrigou a interromper os estudos. Foi enviado para a Argélia , no norte da África, onde permaneceu por quase um ano, até que uma tia conseguiu o seu desligamento. Porém ela exigiu uma condição: que completasse seus estudos.

Novamente em Paris, Monet voltou a estudar, desta vez no estúdio Gleyre, onde conheceu Bazille, Renoir e Sisley, com quem formou o grupo dos Impressionistas .

Mais tarde se juntaram Manet, Degas, e Morisot. O escritor Zola era amigo do grupo e sempre os apoiava. Da primeira exposição do grupo participaram também Boudin, Pissaro e Cézanne entre outros. A terceira mostra do grupo contou com a presença de Gaugin

Carreira artística

Dois anos após conhecer Bazille, eles foram morar juntos em Honfleur. Em 1865, ajudado por seu pai, Monet e Bazille alugaram um pequeno estúdio em Paris. No mesmo ano, Monet entraria para o Salão oficial de Paris com duas telas: "Estuário do Sena" e "Ponte sobre Hève na Vazante".

No ano seguinte, Monet novamente expôs duas telas no salão de Paris: "Camille" ou "O vestido verde" e "A floresta em Fontainebleu". A tela "O vestido verde" recebeu grandes elogios por parte dos críticos e ganhou um prêmio no salão de Paris. Em "Camille", Monet retratou Camille Doncieux, que se tornaria sua futura mulher. No ano de 1867, Monet tentou inscrever a obra "Mulheres no Jardim" no Salão, que não a aceitou. A tela era tão grande que ele construiu uma vala para poder enterrar a parte inferior e atingir a parte superior da tela ao pintar. No mesmo ano, Monet e Camille teriam seu primeiro filho, Jean.

Em 1868, Monet entrou em dificuldades financeiras, teve um quadro inscrito no Salão de Paris, "Navio deixando o cais de Le Havre", que recebeu uma crítica negativa. Recebeu, no mesmo ano, medalha de prata na Exposição Marítima Internacional de Le Havre pela tela "O molhe de Le Havre".

Em 1870, Camille e Monet se casaram três anos após o nascimento do primeiro filho do casal. No mesmo ano, com o início da guerra franco-prussiana, Monet e sua família se refugiaram em Londres. De volta à França e com o pai já morto, refugiar-se em Le Havre não o atraía mais, por isso Monet mudou-se para Argenteuil, onde passou a receber seus amigos impressionistas (Manet, Renoir, Sisley e outros). Na cidade, o rio Sena e as belas paisagens serviram de inspiração para numerosos quadros de Monet e seus amigos que puderam pintar ao ar livre.

Em 1872 ele Monet pintou Impressão, nascer do sol (Impression: Soleil Levant (atualmente no Museu Marmottan de Paris), uma paisagem do Havre, exibida na primeira exposição impressionista de 1874. O quadro deu origem ao nome usado para definir o movimento impressionista.

Em 1878, Monet mudou-se para Paris com a família devido a crise financeira. No mesmo ano, nasceria seu segundo filho, Michel. Em férias com o casal Hoschédé, Monet acabou apaixonando-se pela mulher do Sr. Hoschédé, Alice. Um ano depois, Camille Doncieux morreu de cancro aos trinta e dois anos de idade.

Em 1883, Monet mudou-se para Giverny, na Normandia. Monet trocava correspondência com Alice até a morte de seu marido em 1891. No ano seguinte ele e Alice Hoschédé casaram-se.

Na década após o seu casamento, Monet pintou uma série de imagens da Catedral de Rouen em vários horários e pontos de vista diferentes. Vinte pinturas da catedral foram exibidas na galeria Durand-Ruel em 1895. Ele também fez uma série de pinturas de pilhas de feno.

Em 1899, Monet pintou em Giverny a famosas série de quadros chamadas "Nenúfares". Em sua propriedade em Giverny, Monet tinha um lago e uma pequena ponte japonesa que inspirou a série de nenúfares. Estas obras quando foram expostas fizeram grande sucesso. Era o reconhecimento tardio de um gênio da pintura.

Avignon, uma das mais belas cidades da França

Posted in Uncategorized on setembro 10, 2008 by regginnawzarling

é uma cidade do Sul de França que durante vários anos foi a residência dos Papas da Igreja Católica. Está situada na margem esquerda do rio Ródano, no departamento de Vaucluse, a cerca de 650 km a sudeste de Paris e a 80 km a noroeste de Marselha.

Palácio dos Papas, Avinhão

Habitada desde o tempo dos Celtas, é famosa por se ter convertido na residência dos Papas em 1309, quando se encontrava sob governo dos reis da Sicília pertencentes à casa de Anjou. Em 1348, o Papa Clemente VI adquiriu a cidade à rainha Joana I da Sicília e permaneceu como propriedade papal até 1791, quando foi incorporada no resto de França durante a Revolução Francesa.

Houve sete Papas que lá residiram entre 1309 e 1377:

Este período em que os Papas estabeleceram residência em Avinhão é conhecido como o Papado de Avinhão. Uma vez terminado este, começou em 1378 o Grande Cisma do Ocidente, com dois ou mais Papas simultaneamente em Avinhão e Roma, e que só seria ultrapassado em 1417.

Rio Ródano e cidade de Avignon vistos do TGV

Os Antipapas Clemente VII e Bento XIII continuaram a residir em Avinhão depois dos Papas terem regressado a Roma em 1377. Clemente VII permaneceu na cidade durante todo o seu pontificado 13781394 enquanto que Bento XIII viveu lá até à fuga para Aragão.

Avinhão era sede episcopal desde o ano 70, e foi convertida em Arcebispado em 1476. Foi sede de vários sínodos de menor importância. A sua universidade foi fundada pelo Papa Bonifácio VIII em 1303 e devido à reputação dos cursos de direito teve grande importância até à Revolução Francesa.

As muralhas da cidade, em bom estado de conservação, foram construídas pelos Papas imediatamente a seguir da mudança de residência para este lugar. O palácio papal, Palais des Papes, é um enorme edifício gótico com muros de 5 a 5,5 m de espessura, que foi construído entre 1335 e 1364. Depois de regressar a Roma a corte papal, foi utilizado como quartel e actualmente é um rico e muito visitado museu.

Outro ponto de interesse em Avinhão é a ponte sobre o rio Ródano, da qual só restam quatro arcos dos 22 que inicialmente tinha. A ponte, famosa por uma canção infantil francesa (Sur le pont d’Avignon) foi construída entre 1171 e 1185, com sucessivas reconstruções. Finalmente, depois de uma forte enchente do Ródano em 1660, a ponte ficou nas condições que apresenta actualmente.

A cidade é palco anual de um importante festival de teatro, realizado desde 1947.